ROTEIRO: Marrakech!

22.05.2015

"IT'S TIME FOR AFRICA!" 

 

Muita gente andou perguntando como foi o Marrocos, se eu gostei e como é se virar por lá. Já tinha respondido algumas perguntas como "se é seguro para mulheres viajar pelo Marrocos" e dado dicas sobre Culture Shock, então ficou faltando mesmo só um ROTEIRO esperto de como aproveitar uma das partes mais visitadas do país em pouco tempo e gastando pouco!

Na sessão Roteiros de hoje, a estrela é Marrakech! Insha'Allah!

 

Cenário de filmes famosos, a cidade fica no coração do país e é a porta de entrada do deserto, que se estende da incrível Cordilheira Atlas para além da fronteira leste do país.

 

Marrakech tem um apelo ideal para uma viagem de 5 a 7 dias, mas se a intenção é seguir para outros destinos nacionais como Fez, Casablanca ou Agadir no litoral, tenha em mente que serão necessários alguns dias a mais pois a locomoção e logística dentro do país não são as mais eficientes e mudar de uma cidade para outra pode levar até um dia todo. Infelizmente as rotas e mapas do Google não te ajudam muito por aqui também.

 

BIENVENUE

Ao chegar no Aeroporto Internacional de Menara, você vai passar por uma Imigração nada digital, então leve uma caneta para preencher formulários e prepare-se para passar cerca de 1 hora no processo. Brasileiros tem Visa on Arrival (visto na chegada, sem necessidade de requisição prévia) e a estampa dura até 90 dias para Turismo. Lembre-se de viajar sempre com um passaporte com mais de 6 meses até o vencimento! Há um pequeno Bureau de Câmbio após a Imigração, vale a pena trocar uma pequena quantia para pagar pelo transporte caso você só tenha dólares ou outras moedas. Se você tiver alguns euros trocados, é possível pegar o Ônibus Expresso 19, que em meia hora chega à Medina. A moeda oficial do Marrocos é o Dirham (Dhs), mas devido à grande presença de turistas, euros são bem aceitos, numa proporção popular de 10Dhs = €1. O Dirham tem circulação restrita, então lembre-se de gastar todo o dinheiro local antes de sair do país, é possível que você não consiga convertê-lo depois. A lingua oficial é o árabe, mas francês e até espanhol são muito falados comercialmente, além do inglês. Se você já estiver no país e chegar a Marrakech de Trem, o mesmo Ônibus 19 pode levá-lo até a Medina, além dos locais e mais baratos Ônibus 3 e 8. Informe-se no guichê de informações se tiver dúvidas, evite perguntar na rua.

 

MEDINA

Com quase 1 milhão de pessoas, Marrakech é uma das maiores cidades do país e é famosa por ter sido uma das antigas cidades imperiais, herança que exibe orgulhosa em seus palácios, mesquitas e ruínas. A Medina é a parte mais antiga da cidade e destino da grande maioria dos turistas. Dentro das muralhas da cidade antiga, você encontra o Palácio Real, jardins pitorescos, Souks e uma das mais famosas praças do mundo e coração da Medina, a Jemaa el-Fnaa. Ela é o ponto final do Ônibus 19 e o ponto de partida da sua viagem!

 

2 a 4 dias

Nos primeiros dias, você vai se acostumar com o excesso de tudo que acontece nas vielas dos Souks: barulhos, cheiros, cores, pessoas, produtos, tudo exposto no que inicialmente parece a maior desorganização do mundo. Mas é só o primeiro dia! E sim, prepare-se para se perder! Nestes primeiros dias você vai se acostumar com seu caminho e com as pessoas. Se ligue nas sempre importantes DICAS DO GUI no final do post para evitar furadas!

 

Nestes dias dentro da Medina e arredores você viverá um volta na história. Táxis não entram na Medina, então leve um calçado confortável e bora bater perna!

Souks são os mercados que se estendem pelas vielas e becos da Medina. Eles se interconectam num labirinto sem fim de voltas onde nem todas as placas estão dispostas para te auxiliar. Os mais famosos são os que vendem especiarias e temperos culinários, produtos de metal e lanternas, de couro, jóias, tapetes e alimentos. Apesar dos vários nomes e da localização no mapa, eles muitas vezes se mesclam e diversas ruas não aparecem no papel. A regra de ouro é pechinchar e sempre manter o sorriso! apesar dos preços já serem consideravelmente acessíveis, você pode mostrar seu interesse na peça e achá-la cara, você ou o vendedor podem dar um lance em novo valor, não o ofenda reduzindo abruptamente o preço, mas chegue a um denominador comum, geralmente 60%-70% do preço original ou inclusão de brindes. Conseguindo seu preço ou não agradeça e sorria, apesar da canseira que os vendedores dão tentando te vender tudo, um sorriso sempre vale mais, a barganha faz parte da cultura local e os turistas são o combustível da economia nos Souks. Fique atento sobretudo ao pedir informações por lá, elas podem ser cobradas depois e podem sair bem caro.

 

PONTOS TURÍSTICOS

Souks e vielas adentro na Medina, você encontrará Museus, Palácios, Mesquitas e outras curiosidades marroquinas. Se guie pela Mesquita Ben Youssef no coração das muralhas.

  • Museus: Marrakech Museum, Morrocan Arts Museum e Islamic Arts Museum, são os mais importantes. Há também o de Fotografia e Artes Visuais além de diversos outros menores. Uma coisa comum a quase todos os museus da cidade é a valorização da arquitetura em detrimento das obras expostas. A sensação geral é de uma relativa decepção ao procurar pelas exposições em meio a um grande espaço vazio, mas os prédios exibem influências históricas das dinastias Berber e Árabes  e arquitetonicamente valem a visita. É comum que bilhetes sejam comprados em conjunto - muitos são administrados junto a parques ou palácios - assim eles saem absurdamente mais baratos e só dinheiro é aceito nos guichês.

  • Mesquitas: Turistas NÃO são aceitos dentro das Mesquitas em Marrakech, mas os minaretes são uma boa fonte de localização no caos aparente dos Souks. No centro da Medina fica a Medina Ben Youssef, próxima ao Museu de Marrakech e a interessante Medrasa - um antigo colégio teológico que já foi um dos maiores do norte da África - o ticket combo para ambos pode ser comprado por cerca de Dhs60. A Mesquita de Koutoubia é a maior da cidade e seu minarete é um de seus cartões postais. Ela fica na entrada da praça Jemaa el-Fnaa e conta com jardins de frutas cítricas em seu entorno e iluminação noturna.

  • Jardins - Além dos Jardins do Palácio, dos que circundam as muralhas e da Mesquita de Koutoubia, o mais turístico jardim da cidade é o Marjorelle. Um pouco mais distante, mas com acesso por táxi e ônibus, os jardins, que fazem as vezes de jardim botânico da cidade, foram desenhados por Marjorelle e eram de propriedade do estilista Yves Saint-Laurent até seu falecimento. O Jardim abriga o Museu de Artes Islâmicas e mostras de artes Berber. O ticket para tudo custa cerca de Dhs75 (há descontos para alguns estudantes).

  • Tanneries - São os antigos tanques de tratamento e coloração do couro. O couro é um importante produto no mercado marroquino e a área a nordeste da Medina, próxima às muralhas, concentra esta produção milenar. O acesso pode ser complicado a pé e você deve negar diversos "guias" que aparecem. É possível acessá-los de táxi ou ônibus também, circundando a muralha por fora. Algumas cobram uma pequena entrada ou taxa pelas fotos. O cheiro do couro sendo curtido não é o mais agradável, principalmente no verão, ramos de hortelã podem te auxiliar a encarar uma tannerie.

  • Palácios - Há uma série de Riads e Palácios, mas os principais são o Royal Palace, que não permite entrada e nem fotos em algumas áreas das muralhas. O Bahia Palace, cujo acesso é mais fácil por fora da Medina, seguindo a Avenida Hommane Al Fatouaki, leva pouco tempo para ser visitado e sua  entrada custa Dhs10. Próximo dali, para o sul, fica o El Badi Palace, talvez o que mais valha a visita para quem gosta de ruínas e de viajar pela história. Construído no século XVI em comemoração a uma vitória contra os portugueses, as ruínas deste palácio, que entrou em declínio junto à Dinastia Saadi, ainda encantam os visitantes. A entrada custa cerca de Dhs20 e inclui mapa e visita a um histórico Minbar - púlpito de onde os sermões são proferidos nas Mesquitas.

  • Jemaa el-Fnaa - Talvez o maior ponto turístico da Medina seja justamente a praça principal. Todos os caminhos acabam levando a ela e o movimento é incessante 24h por dia. Ela concentra artistas de rua, encantadores de serpente, quiromantes, vendedores de ervas e ambulantes, restaurantes, bares de sucos, etc. Fique atento a pedintes e batedores de carteira, e sorria ao dizer "não, obrigado" ou "talvez mais tarde". A praça também conta com a maior concentração de bancos e caixas eletrônicos, terminais de ônibus, charrete e táxi.

 

DESERTO

Uma viagem a Marrakech não está completa sem uma passeio pelos desertos!

Marrakech também é o destino ideal para quem quiser conhecer o Deserto do Saara, além de vastas regiões desérticas e oásis que se estendem além da Cordilheira Atlas, com seus picos de mais de 4000 metros.

Num dia ideal, é possível que você veja neve nas montanhas e um deserto escaldante no mesmo dia, a poucas horas de distância um do outro, fazendo desta aventura algo inesquecível!

Aqui já vai uma dica: Vocês sabem como eu viajo budget, mas tem coisas que não vale a pena mesmo economizar! Há diversas operadoras de turismo que fazem excursões para os desertos e você pode e deve pechinchar o preço, mas NUNCA faça por conta própria! Você pode alugar um carro e curtir o caminho, parando no seu tempo, mas acampar no deserto pode ser traiçoeiro. Perder a referência é a primeira coisa que acontece após algumas dunas e por mais experiente que você seja, se você vai ao Marrocos a Turismo, não é com se perder no deserto que você vai querer se preocupar!

 

3 dias

Os tours para o deserto são oferecidos tanto nos Hotéis quanto nas ruas e tem pouca variação nos pacotes. Após alguma peregrinação entre as lojinhas dos operadores durante suas andanças na Medina, você peceberá que eles oferecem quase a mesma coisa e por um preço bem semelhante. A razão é simples: nenhum deles organiza as excursões, eles geralmente revendem os pacotes. De manhã uma van te buscará na sua acomodação (budget ou riad de luxo) e você será levado a um lugar com diversas outras vans maiores, onde todos serão redirecionados de acordo com o pacote. Basicamente, o importante é verificar se a agência tem o código de registro no Bureau de Turismo e barganhar o pacote. Fazer 2 dias e 1 noite implica em dormir em um deserto próximo, o que também pode ser bacana, mas exclui cidades interessantes do interior. Lembre-se, se locomover no Marrocos pode levar muito tempo. Mais do que 3 noites já não vale tanto a pena também pois, geralmente, são incluídas noites extras no deserto e retorno por outras estradas, mas não se visita muitas outras cidades interessantes neste retorno, é só uma noite a mais na tenda, basicamente. Há excursões que te levam de uma cidade a outra, e aí sim, esta pode ser uma boa opção caso você deseje conhecer o norte do Marrocos, começando em Marrakech e terminando em Fez, por exemplo. Focando em Marrakech, o tour ideal, na medida do cansaço e que inclui um número considerável de atrações, é o de 3 dias e 2 noites. O preço médio para este pacote é de cerca de Dhs700 por pessoa e deve incluir acomodação em hotel para a primeira noite, acampamento no deserto, passeio de camelo e dois jantares e cafés da manhã.

TOUR

A viagem começa bem cedo quando uma van te busca no hotel - ou o mais próximo possível dele e te leva a uma parada próxima a Jemma el-Fnaa para realocação em vans maiores. O primeiro dia tem duas maiores atrações: a vista deslumbrante das cordilheiras e Kasbah Ait Ben Haddou, em Ouarzazate. Todas as demais paradas anunciadas no caminho são pit-stops, alguns de apenas 15 minutos. A passagem pelas montanhas é de tirar o fôlego, para quem vai na frente da van as panorâmicas podem ser perfeitas, se possível, sente-se nas janelas e leve algo para se proteger do sol. As paradas são rápidas e em mirantes, então as fotos estão garantidas e com sorte uma rápida guerra de neve! Kasbah Ait Ben Haddou é uma visão cênica incrível, uma vila inteiramente feita de barro e argila tão impressionante que já foi cenário de diversos filmes com Gladiador, Alexandre, A Última Tentação de Cristo e A Múmia, entre outros. Você não precisa de um guia para conhecer a vila, mas é comum que pessoas se ofereçam para falar sobre o local. Eles geralmente cobram uma "taxa" de Dhs30 pela visita. Há pouquíssimas famílias habitando as casas de argila, elas vivem nos arredores e utilizam as casas como atração turística, cuidando de sua manutenção. Ouarzazate é considerada a entrada do deserto e é a meca dos estúdios no Norte da África. No caminho você vê diversos galpões e espaços de filmagem, há um museu do cinema também, mas é possível que o tempo seja curto para visitá-lo dependendo da hora em que você chegar, então converse com seu motorista. Nesta primeira noite, você provavelmente dormirá em um hotel, que proverá jantar e café da manhã. Das cordilheiras em diante você estará em território Berber, algumas vilas podem ser avistadas no caminho. Eles são o os povos autóctones do norte da África e possuem línguas e cultura próprias, não sendo necessariamente islâmicos. Muitos falam as línguas dos turistas e é possível que seu motorista mesmo seja Berber e conheça a região; conversar com ele pode ser um ponto alto da viagem!

No segundo dia, os pontos de interesse são as gorges (gargantas), grandes passagens entre os cânions da região e vistas panorâmicas de Oásis. No final do dia você chegará a região de Merzouga e seguirá deserto a dentro de camelo. A viagem de camelo dura mais de uma hora e pode ser um tanto dolorida, use roupas confortáveis e se puder dobre algo para sentar-se em cima. Não são permitidas malas ou mochilas grandes (elas ficam no carro, então leve um cadeado para trancá-las), mas você deve levar água e o que achar necessário. As tendas são simples e de noite faz muito frio, então prepare-se. Este caminho é feito durante o pôr-do-sol e as dunas mudando os tons de laranja são um espetáculo à parte. Ao chegar ao acampamento, localize a tenda de seu grupo e suba uma das dunas para apreciar a vista. À noite, torça para um céu sem nuvens e você entenderá porque nós estamos na Via Láctea! O céu é simplesmente incrível, a baixa umidade e a ausência quase total de luz transformam o céu numa visão quase 3D, um mar de estrelas como eu nunca tinha visto. Com sorte é possível observar satélites e estrelas cadentes. Make a wish!

O terceiro dia é reservado para o retorno a Marrakech ou para outro destino se esta for sua escolha e as paradas são apenas estratégicas. Na ida e na volta, é comum que você realize paradas comerciais. Pode ser numa cooperativa feminina de produtoras artesanais de óleo de argano ou numa produção de tapetes, por exemplo. Eles geralmente são simpáticos e você não é obrigado a comprar nada, apesar de alguns preços serem interessantes. Estas visitas comerciais de turistas auxiliam a manter ativa a economia de vilas inteiras pelo caminho, mas algumas coisas são feitas e encenadas especialmente para turistas, obviamente. Nenhum dos almoços está incluso, então as paradas de 1 hora acabam custando cerca de Dhs30-40 o prato. Você pode levar lanches se quiser, pois o almoço é opcional. Os jantares são basicamente Tagines - vários legumes cozidos excessivamente e temperados com ervas - e Couscous. Também podem ser servidos pães e salada de arroz. Os cafés da manhã tendem a ser generosos e incluem panquecas com mel ou geléia, fartem-se. 

DICAS DO GUI

O mais importante em se tratando do Marrocos é compreender que apesar do pluralismo cultural, as grandes cidades como Marrakech tem uma influência islâmica muito forte, então alguns comportamentos devem ser observados. Evite andar de mãos dadas ou demonstrar afeto em público, principalmente entre casais. Use roupas que cubram os ombros e desçam abaixo dos joelhos; calças leves são uma ótima opção. Prenda os cabelos longos e evite maquiagem excessiva ou roupas que marquem o corpo. Ande com seus pertences sempre bem cuidados, precisar da polícia local pode ser complicado, mas, de maneira geral, a cidade é segura. Recomendo conversar com outros viajantes no Hostel e passear em grupos se você estiver sozinho. Use um calçado confortável!

  • Pedindo informações - Nunca aceite que alguém te guie o caminho, pois ele certamente te cobrará por isso - por mais que pareça só estar sendo simpático. Ao negar sorria, agradeça e continue andando, tudo faz parte já desta oferta para turistas então entre no jogo, cumprimente, pechinche. Da mesma forma vale "fingir que nem ouviu", ignorar e seguir em frente, sempre sorrindo. Algumas placas de localização foram dispostas de modo a te levar às lojas, então siga sempre as oficiais - que nem sempre são muito claras! Ande sempre com um mapa, o mais detalhado possível, Google Maps não te ajudará muito dentro da Medina. Na dúvida, retorne à praça ou à mesquita e recomece.

  • Acomodação - escolha hotéis próximos à Jemaa el-Fnaa. Ficar muito no interior da Medina ou depender de táxi pode ser um pouco complicado e pode sair bem caro. Considere que no primeiro dia você perderá pelo menos meia-hora procurando seu Hotel, independente de onde ele fique, então esteja atento às lojas em cada curva, pois elas parecem todas meio iguais. Riads são mansionettes (tipo de casarão) e é comum ver placas com esta palavra em frente a alguns tipos de construção que servem como hotel. Sugiro reservar o hotel antecipadamente.

  • Comida - hotéis tem uma tabela de preço excessivamente elevada, comer nos arredores da praça pode ser bem mais econômico. Ao andar perto de restaurantes é comum que vendedores tentem te atrair para comer, se você se interessar confirme o preço e o que está incluso antes. É comum dar gorjeta ao garçom depois, não precisa ser alta, pois o vendedor acaba ficando com uma parte do preço pago pelo prato no restaurante.

  • Bebida - por ser uma região de influência islâmica, ninguém consome álcool, exceto turistas. Bebidas estão geralmente restritas a hotéis e casas noturnas, mas os preços nem sempre são tão interessantes. Go local e peça um chá de ervas ou café. Compre uma garrafa de água e ande sempre com ela, o ar pode ficar bem seco e empoeirado.

  • Fotos - fotos são permitidas na maioria dos lugares, mas seja sensível e sensato. Tirar fotos de pessoas sem pedir permissão pode dar em discussão e ao tirar fotos de encantadores de serpentes ou ambulantes nas praças prepare-se para pagar. Tem sempre alguém de olho nos turistas com máquinas querendo cobrar pelas fotos (não pague mais de Dhs10-20). Prefira moedas trocadas que fazem volume e tem baixo valor.

  • Dinheiro - Euros são amplamente aceitos, mas a conversão é sempre por cima. Cuide para sacar apenas o que for usar em Dirhams para não ficar com sobras desta moeda de circulação restrita. Sobraram Dirhams? Embrenhe-se pelos Souks e pechinche até gastá-los. Ande sempre com moedas e dinheiro trocado, táxis, principalmente, criam taxas pelas malas e pedem gorjetas para não dar o troco, mesmo com o valor acertado previamente. Pague o valor acertado e tenha certeza de ter o dinheiro trocado certinho. Tudo em Marrakech é um grande comércio, então leve na esportiva, não se estresse com estes jogos para enrolar turistas, saiba jogar também e se esquivar de situações com bom humor.

  • Baladas - A noite em Marrakech pode ser bem animada. As casas noturnas ficam na parte nova da cidade, fora da Medina e tem venda de bebidas alcoólicas liberada. Lembre-se de vestir-se apropriadamente e consulte se há dressing code (o que vestir), exigido por alguns lugares.

  • Cidade Moderna - A parte mais nova da cidade oferece poucos pontos turísticos de interesse. Dentre eles destaca-se a Estação de Trem de Marrakech e algumas Mesquitas. Esta área é interessante para compras. Ela concentra o centro comercial, shoppings, supermercados, redes de hotéis e de restaurantes. Táxis e Ônibus fazem os trajetos em pouco tempo. 

  • Não se esqueça - de comprar água em garrafa, de levar protetor solar, blusas de frio para a noite no deserto, caneta, mochila (evite malas de rodinha), alguns euros trocados por precaução, calças leves e sapatos confortáveis. Você vai andar muito.

 

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